Depoimento de Ricardo Barros na CPI da Covid fica para agosto

19/07/2021


Líder do governo recorreu ao STF para apresentar sua defesa diante dos senadores



A CPI da Pandemia continuará trabalhando durante o recesso parlamentar, mesmo sem poder ouvir depoimentos e efetuar deliberações. Segundo o vice-presidente da comissão, senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), a equipe técnica da CPI prosseguirá analisando os documentos recebidos nesse período, e não está descartada a possibilidade de realização de diligências.


As audiências devem ser retomadas no dia 3 de agosto. Randolfe citou dois nomes como prioritários: Francisco Maximiano, dono da Precisa Medicamentos, e Ricardo Barros, deputado federal paranaense (PP) e líder do governo Bolsonaro que teria feito nomeações no Ministério da Saúde. O depoimento de Maximiano estava previsto para o dia 14, mas foi adiado por falta de tempo hábil.


Randolfe considerou setembro um prazo “razoável” para a apresentação do relatório final da comissão, mas ressalvou que ainda é preciso avaliar o tempo necessário.