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Prainhas do Noroeste não registram afogamentos em áreas protegidas por guarda-vidas

25/01/2023


O trabalho envolve a atuação de 45 bombeiros militares e nove guarda-vidas civis


Foto: Roberto Dziura Jr/AEN

Para garantir a segurança do crescente fluxo de banhistas que visitam as praias de água doce na região Noroeste, o Governo do Estado reforçou a presença de guarda-vidas na região durante o Verão Maior Paraná. O trabalho envolve a atuação de 45 bombeiros militares e nove guarda-vidas civis desde 16 de dezembro nas praias formadas nas orlas e ilhas dos rios Paraná e Paranapanema, nos municípios de Porto Rico, São Pedro do Paraná e Marilena, onde não foram registrados afogamentos.


O foco dos profissionais, sob o comando do Corpo de Bombeiros do Paraná, é em monitoramento, sinalização, orientação e advertências aos banhistas. Ou seja, de prevenção de possíveis acidentes e afogamentos, a partir de ações junto aos veranistas. Do início do trabalho até 25 de janeiro, o Corpo de Bombeiros registrou mais de 23 mil ações preventivas. A corporação também entregou 224 pulseirinhas de identificação para crianças e localizou 41 delas que acabaram se perdendo dos pais e parentes.


A atuação dos profissionais é especialmente importante devido às características distintas da região em relação ao banho de piscina ou no mar. “Por ser um rio fundo, com poucos passos a pessoa acaba perdendo contato com o solo e não consegue retornar para uma área segura por conta da forte correnteza”, explicou o segundo-tenente Wallison Padovani Pinto, que é um dos oficiais que coordena o trabalho da corporação no Verão Maior Paraná na Costa Noroeste.


Apesar dos riscos, o contato direto dos guarda-vidas com a população nos pontos de maior movimento tem surtido o efeito desejado. “Fizemos muitas advertências aos banhistas nas últimas semanas, mas não tivemos nenhum registro de afogamento no Porto Maringá, Porto São José e em Porto Rico”, informou.


Para garantir uma atuação rápida e eficiente em casos de emergência, os profissionais passam por treinamentos práticos no Rio Paraná. “O treinamento que fizemos é elaborado pensando em ocorrências como colisões ou naufrágio de embarcações e a nossa atuação é para evitar que as pessoas entrem em pânico em situações como essas”, relatou Wallison Padovani Pinto.

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